Antropologia Urbana (2014.2)

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Disciplina: Antropologia Urbana (4 créditos)

Prof. Dr. Marcos Aurélio da Silva – marcosaurelio@ufmt.br

Dia da semana: terça-feira. 

Horário: 14h-18h

Sala: Sala 11, ICHS

Ementa

A constituição do campo de estudos da antropologia urbana. A cidade como objeto de análise antropológica. Etnografias das cidades. Organização social do espaço. Redes, grupos e sociabilidades na e da cidade.

Objetivos gerais

A disciplina pretende inserir @s alun@s teórica e metodologicamente no campo da antropologia urbana, através de uma revisão das principais contribuições antropológicas ao estudo das cidades, bem como relacionando essas contribuições com a teoria social e a filosofia contemporâneas. Focaremos nas teorias que constituem o campo, ao mesmo tempo em que as produções etnográficas urbanas de maior destaque serão apresentadas e debatidas. Ao final, @s alun@s deverão ser capazes de constituir as dinâmicas, sociabilidades e territorialidades urbanas como objeto de discussão e de pesquisa etnográficas.

Metodologia

Aulas expositivas e dialogadas, com intensa participação d@s alun@s, através da realização de seminários. Cada alun@ deverá apresentar até três textos em forma de seminário no semestre. Os seminários deverão cobrir os pontos centrais de cada texto e a relação destes com os textos da aula no referido dia, assim como com outros já vistos anteriormente. Além disso, serão apresentados vídeos e filmes que tenham pertinência com os temas das aulas e @s alun@s estão encorajad@s a fazer o mesmo em seus seminários. A responsabilidade de um@ alun@ pelo seminário não exclui a participação d@s outr@s com suas leituras sobre estes textos, o que será cobrado oralmente pelo professor. Esta disciplina também contará com incursões etnográficas pela cidade, que deverão ser apresentadas em forma escrita e em relatos orais ao grupo.

Avaliação

Apresentação de três textos em seminários (20%); Relato etnográfico urbano* (30%); Artigo final** (30%); Participação (20%).

*O relato etnográfico deverá conter até dez páginas e deverá ser predominantemente narrativo e descritivo, com algumas pinceladas teóricas de textos do programa.

**O artigo final deverá possuir entre 8 e 15 páginas e deverá se constituir de um trabalho de cunho etnográfico, balizado teoricamente pelos textos comtemplados neste plano de ensino. Encoraja-se @s alun@s a produzirem artigos que possam ser publicados e/ou aproveitados como capítulos de suas dissertações de mestrado.

PROGRAMA

1ª aula (12/08): Apresentação da disciplina

  • Exposição do programa de aulas.
  • Definição dos seminários.
  • Seleção de filmes: Praça Walt Disney, De Renata Pinheiro e Sergio Oliveira, BRA, 2011; São Paulo S. A., de Luiz Sérgio Person, 1967; O som ao redor, de Kleber Mendonça Filho, BRA, 2012; Opinião Pública, de Arnaldo Jabor, BRA, 1967; Travileirinho, de Rodrigo Averna, BRA, 2010; Roma, cidade aberta, de Roberto Rossellini, ITA, 1945; Ladrões de bicicleta, de Vittorio de Sica, ITA, 1948; entre outros.

2ª aula (19/08): Lugar, território e espaço na Antropologia.

INGOLD, Tim. Jornada ao longo de um caminho de vida: mapas, descobridor-caminho e navegação. Religião e Sociedade, 26(1): 76-110, 2005. (BAIXAR)

SILVA, Hélio R. S. A Situação Etnográfica: Andar e Ver.Horizontes Antropológicos, 15(32): 171-188, jul./dez., 2009. (BAIXAR)

VELHO, Gilberto. Antropologia urbana: encontro de tradições e novas perspectivas. Sociologia, Problemas e Práticas, 59. 2009. pp. 11-18. (BAIXAR)

FRÚGOLI Jr, Heitor O urbano em questão na antropologia: interfaces com a sociologia. Revista de Antropologia(USP), 48 (1): 134-165, 2005. (BAIXAR)

KATZ, Jack. Time for new urban ethnographies. Ethnography, 11(1): 25-44.  (BAIXAR)

BENJAMIN, Walter. “Paris, a capital do século XIX”. In: Passagens. Belo Horizonte/São Paulo: UFMG/IOESP, [1935] 2006. pp. 39-67. (BAIXAR)

LE GUIRRIEC, Patrick. “A antropologia urbana: convergências e divergências na França e no Brasil”. Trabalho apresentado na 26ª Reunião Brasileira de Antropologia. Porto Seguro, 2010. (BAIXAR)

HOMOBONO, José Ignacio. Antropología Urbana: itinerarios teóricos, tradiciones nacionales y ámbitos temáticos en la exploración de lo urbano. Zainak, 19, 2000: 15-50. (BAIXAR)

Obs.: No dia 26/08 não haverá aula

3ª aula (02/09): A Escola de Chicago

BECKER, Howard. Conferência: A Escola de Chicago. Mana, 2(2): 177-188, 1996. (*)  (BAIXAR)

SIMMEL, Georg. As grandes cidades e a vida do espírito (1903). Mana, 11(2): 577-591, 2005.  (BAIXAR)

WEBER, Max. “Conceito e categorias da cidade”. In: VELHO, Otávio (org.). O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar editores, 1967. pp. 73-96.  (BAIXAR)

WIRTH, Louis. “O urbanismo como modo de vida”. In: VELHO, Otávio (org.). O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar editores, 1967. pp. 90-113. (BAIXAR)

PARK, Robert Ezra. “A Cidade: sugestões para a Investigação do comportamento humano no meio urbano”. In: VELHO, Otávio (org.). O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro: Zahar editores, 1967. pp. 25-66. (BAIXAR)

WHYTE, W. F. “Treinando a observação participante”. In: ZALUAR, Alba (Org.). Desvendando máscaras sociais. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1975. pp. 77-86. (BAIXAR)

WHYTE, William Foote. Sociedade de esquina. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2005 [1943]. 390pp. (BAIXAR)

4ª aula (09/09): Gilberto Velho e a “Antropologia de Copacabana”

VELHO, Gilberto. Antropologia urbana: interdisciplinaridade e fronteiras do conhecimento. Mana, 17(1): 161-185, 2011. (*) (BAIXAR)

O’DONNELL, Julia. Caminhos de uma antropologia urbana: Trajetória e projeto nos primeiros escritos de Gilberto Velho. Anuário Antropológico, II (2013): 37-51. (BAIXAR)

VELHO, Gilberto. “O desafio da proximidade”. In: VELHO, Gilberto; KUSCHNIR, Karina (org.). Pesquisas urbanas:desafios do trabalho antropológico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. pp. 11-19. (BAIXAR)

VELHO, Gilberto. “Observando o familiar”. In: VELHO, Gilberto. Individualismo e Cultura. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. pp. 123-132. (BAIXAR)

VELHO, Gilberto. A utopia urbana: um estudo de antropologia social. 4ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1972. pp. 17-64. (BAIXAR)

VELHO, Gilberto. Metrópole, Cosmopolitismo e Mediação. Horizontes Antropológicos, 33. Porto Alegre, ano 16, p. 15-23, jan./jun. 2010. (BAIXAR)

OLIVEN, Ruben George. “Por uma antropologia das cidades brasileiras”. In: VELHO, Gilberto (org.). O desafio da cidade: novas perspectivas da antropologia brasileira. Rio de Janeiro: Campus ed., 1980. pp. 23-36. (BAIXAR)

OLIVEN, Ruben George. A antropologia de grupos urbanos. Petrópolis: Vozes, 2007. pp. 29-64. (BAIXAR)

OLIVEN, Ruben George. “Metabolismo social da cidade”. In: Metabolismo social da cidade e outros ensaios. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2009. pp. 1-18. (BAIXAR)

VELHO, Gilberto. Individualismo e Cultura: notas para uma antropologia da sociedade contemporânea. Rio de. Janeiro, Zahar, 1981. (BAIXAR)

Filme: Edifício Master, de Eduardo Coutinho, BRA, 2002.

5ª aula (16/09): José G. C. Magnani e os “pedaços” de São Paulo

MAGNANI, José G. C. A antropologia urbana e os desafios da metrópole. Tempo Social, 15(1): 81-95, 2003. (BAIXAR)

MAGNANI, José G. C. Os circuitos dos jovens urbanos. Tempo Social – Revista de Sociologia, 17(2): 173-205, 2005. (BAIXAR)

MAGNANI, José Guilherme Cantor. “Quando o campo é a cidade: fazendo antropologia na metrópole”. in MAGNANI, José Guilherme & TORRES, Lillian de Lucca (org.). Na metrópole: textos de antropologia urbana. São Paulo: EDUSP/FAPESP, 1996. pp. 15-53. (BAIXAR)

MAGNANI, José Guilherme Cantor. A antropologia, entre patrimônio e museus. Ponto Urbe (Revista eletrônica do NAU/USP), 13, 2013. (BAIXAR)

MAGNANI, José Guilherme Cantor. Festa no Pedaço: cultura popular e lazer na cidade. 2ª Ed. São Paulo: Hucitec/Unesp, 1998. (BAIXAR)

MAGNANI, José Guilherme Cantor. De perto e de dentro: notas para uma etnografia urbana. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 17 (49): 12-29, 2002. (BAIXAR)

MAGNANI, José G. C. A rua e a evolução da sociabilidade; O lazer na cidade. Os urbanitas: revista digital de antropologia urbana, 0 (1). Ano 1. Outubro de 2003. (BAIXAR1BAIXAR2)

MAGNANI, José G. C. Tribos urbanas: metáfora ou categoria? Cadernos de Campo, 2 (2): 48-51, 1992. (BAIXAR)

MAGNANI, José Guilherme & TORRES, Lillian de Lucca (org.). Na metrópole: textos de antropologia urbana. São Paulo: EDUSP/FAPESP, 1996. (LIVRO COMPLETO)

6ª aula (23/09): “Tribos” urbanas e outras margens

CAIAFA, Janice. Movimento Punk na cidade. Rio de Janeiro: Zahar Editor, 1985.  (BAIXAR)

VIANNA, Hermano. O Mundo do Funk Carioca. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. 1997. (BAIXAR)

VIANNA, Hermano. “‘Não quero que a vida me faça de Otário!’: Hélio Oiticica como mediador cultural entre o asfalto e o morro”. In: VELHO, Gilberto; KUSHNIR, Karina (orgs.). Mediação, cultura e política. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2001. pp. 29-60. (BAIXAR)

CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Cidades de Muros. Crime, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo: Ed. 34/ Edusp, 2000. (BAIXAR)

RUI, Taniele. “Isso não é um cachimbo”: sobre usuários de crack, seus artefatos e suas relações. Áskesis – Revista dos Discentes do PPGS/UFSCar, 1(1): 32-45, jan./jul., 2012. (BAIXAR)

RUI, Taniele Cristina.Corpos Abjetos: etnografia em cenários de uso e comércio de crack. (Tese de Doutorado). PPGAS/Unicamp, 2012. (BAIXAR)

FRÚGOLI Jr, Heitor; SPAGGIARI, Enrico. Da cracolândia aos nóias: percursos etnográficos no bairro da Luz. Ponto Urbe (Revista eletrônica do NAU/USP), 06, 2003. (BAIXAR)

ISSA, Victor Eiji. Curtindo a liberdade: os otakus e sua relação com o bairro oriental. Parágrafo: Revista Científica de Comunicação Social da FIAM-FAAM, 1 (1): 147-160, 2013. (BAIXAR)

KAECKE, Janaína de Moraes. O Sujeito na Quebrada do Samba. Ponto Urbe (Revista eletrônica do NAU/USP), 13, 2013. (BAIXAR)

VALLADARES, Licia. A gênese da favela carioca: a produção anterior às ciências sociais. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 15 (44): 5-34, 2000. (BAIXAR)

MOURA, Cristina Patriota. A fortificação preventiva e a urbanidade como perigo. Série Antropologia, 407. Brasília: DAN/UnB, 2006. pp. 6-18. (BAIXAR)

Filmes:   À margem da imagem, de Evaldo Mocarzel, Brasil, 2003; O Ateliê de Luzia – Arte Rupestre no Brasil, de Marcos Jorge, Brasil, 2003.

TEXTO DE APOIO:

SARLO, Beatriz. La ciudad vista: mercancías e cultura urbana. Buenos Aires: Siglo Veintiuno Editores, 2009. (BAIXAR)

7ª aula (30/09): Massimo Canevacci e a metrópole comunicacional

CANEVACCI, Massimo. Fetichismos Visuais: corpos erópticos e metrópole comunicacional. São Paulo: Ateliê Editorial, 2008. (BAIXAR)

CANEVACCI, Massimo. “Performática ubíqua: metrópole comunicacional, arte pública, cultura digital, sujeito disapórico, crânio sonante”. In: RAPOSO, Paulo; et alii. A Terra do não-lugar: diálogos entre antropologia e performance. Florianópolis: Ed. UFSC/INCT Brasil Plural, 2014. pp. 287-309. (BAIXAR)

CANEVACCI, Massimo. 2003. Pausas de Carne. Cadernos PPG-AU/FAUFBA, 1(1). (Edição Especial “Paisagens do Corpo”). Salvador: EDUFBA.  pp. 29-36. (BAIXAR)

CANEVACCI, Massimo. Metrópole Comunicacional. Revista USP, 63. p. 110-125, set/nov, 2004. (BAIXAR)

CANEVACCI, Massimo. A comunicação entre corpos e metrópoles. Revista Signos do Consumo, 1 (1): 8-20, 2009. (BAIXAR)

CANEVACCI, Massimo. São Paulo metrópole comunicacional. Nuestra América, 5: 29-50, jan/jul. 2008. (BAIXAR)

CANEVACCI, Massimo. A cidade polifônica: ensaio sobre a antropologia da comunicação urbana. São Paulo: Livros Studio Nobel, 2004.

CAIAFA, Janice. Espaço, comunicação e consumo no metrô do Rio de Janeiro. Contracampo (UFF), 20: 17-32, 2009. (BAIXAR)

VILLAÇA, Nízia Maria. Cidade, periferia e culturas policêntricas. Contracampo (UFF), 22: 193-203, 2011. (BAIXAR)

CAMPOS, Ricardo Marnoto de Oliveira. “All City” – Graffiti Europeu como modo de comunicação e transgressão no espaço urbano. Revista de Antropologia (USP), 52(1): 11-46, 2009. (BAIXAR)

SILVA, Eloenes Lima da. Grafites e espaços urbanos na metrópole comunicacional. Quórum Académico, 10(1): 29-45, enero-junio 2013. (BAIXAR)

8ª aula (07/10): Agier e De Certeau: lugares e não lugares

AGIER, Michel. Antropologia da cidade: lugares, situações. Movimentos. São Paulo: Terceiro Nome, 2011. (BAIXAR)

DE CERTEAU, Michel. “Terceira parte: Práticas de Espaço”. In: DE CERTEAU, M. A Invenção do Cotidiano. 1. artes de fazer. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 1998. pp. 169-207. (BAIXAR)

DE CERTEAU, Michel; GIARD, Luce. “Os fantasmas da cidade”. In: DE CERTEAU, M.; GIARD, L.; MAYOL, P. A Invenção do cotidiano. 2. Morar, cozinhar. 9ª ed. Petrópolis, Vozes, 2009. pp. 189-202. (BAIXAR)

MAYOL, Pierre. “O bairro” e “A conveniência”. In: DE CERTEAU, M.; GIARD, L.; MAYOL, P. A Invenção do cotidiano. 2. Morar, cozinhar. 9ª ed. Petrópolis, Vozes, 2009. pp. 37-69. (BAIXAR)

PÉTONNET, Colette. Observação flutuante: o exemplo de um cemitério parisiense. Antropolítica, 25: 99-111, 2008. (BAIXAR)

9ª aula (14/10): Foucault, Sennet: Corpo, Cidade e Políticas Públicas

SENNET, Richard. Da carne e da pedra: o corpo e a cidade na civilização ocidental. RJ/SP: Editora Record, 2003. (BAIXAR)

FOUCAULT, Michel. Seguranca, Território, População. Curso dado no College de France (1977-1978). São Paulo: Martins Fontes, 2008. pp. 3-37 e 449-488. (BAIXAR)

FOUCAULT, M. “Sobre a geografia”. In: FOUCAULT, M. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979. pp. 86-93. (BAIXAR)

LOW, Setha M. Embodied Space(s): Anthropological Theories of Body, Space, and Culture. Space & Culture, 6 (1): 9-18, 2003. (BAIXAR)

ALBINATI, Mariana. O território nas políticas culturais para as cidades. Políticas Culturais em Revista (UFBA), 2(2): 72-83, 2009. (BAIXAR)

DELGADO, Andréa Ferreira. Goiás: a invenção da cidade “patrimônio da humanidade”. Horizontes Antropológicos, 11 (23): 113-143, 2005. (BAIXAR)

LEITE, Rogério Proença. Contra-usos e espaço público: notas sobre a construção social dos lugares na Manguetown.Revista Brasileira de Ciências Sociais, 17 (49): 115-134, 2002. (BAIXAR)

10ª aula (21/10): Gênero e Cidade

HALBERSTAM, J. “Queer temporality and Postmodern geographies. In: In a queer time and Place: transgender bodies, subcultural lives. New York and London: New York University press. pp. 1-21. (BAIXAR)

MASSEY, Doreen. “Double articulation: a place in the world”. In: BAMMER, Angelika (org.). Displacements: cultural identities in question. Bloomington: Indiana University Press, 1994. pp. 110-121. (BAIXAR)

ERIBON, Didier. “A fuga para a cidade”. In: Reflexões sobre a questão gay. Rio de Janeiro: Companhia de Freud, 2008. (BAIXAR)

SILVA, Marcos Aurélio da.  São Paulo e os territórios do desejo. Revista Eco-Pós (UFRJ), 16 (3):19-43, set./dez. 2013. (BAIXAR)

FRANÇA, Isadora Lins. 2007. Identidades Coletivas, Consumo e Política: a aproximação entre mercado GLS e movimento GLBT em São Paulo. Horizontes Antropológicos, 13 (28). Porto Alegre: PPGAS/UFRGS. pp. 289-311. (BAIXAR)

NASH, Catherine Jean. Trans experiences in lesbian and queer space. The Canadian Geographer, 55(2): 192-207, 2011. (BAIXAR)

PUCCINELLI, Bruno. 2010. O Shopping Frei Caneca e a rua gay de São Paulo. (Paper). Seminário Internacional Fazendo Gênero 9 (Anais). Florianópolis: UFSC. (BAIXAR)

MAGNI, Sonia; REDDY, Vasu. Performative Queer Identities: masculinities and public bathroom usage. Sexualities, 10 (2): 229-242, 2007. (BAIXAR)

* Nesta aula, os alunos serão orientados para o trabalho de campo do relato etnográfico.

28/10 e 04/11 – Realização do trabalho etnográfico

28/10: Anpocs (27 a 31 de outubro, Caxambu-MG) – não haverá aula

04/11: I Encontro de Antropologia Visual da América Amazônica (4 a 6 de agosto, Belém-PA) – não haverá aula

11ª aula (11/11): Entrega e apresentação dos trabalhos etnográficos.

12ª aula (18/11): Deleuze, Guattari e os processos de desterriorialização

DELEUZE, G.; GUATTARI, F. 1993. Conceito de território. In: O que é a Filosofia? São Paulo: Editora 34. (*) (BAIXAR)

DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. 1976. O Anti-Édipo : capitalismo e esquizofrenia. Rio de Janeiro: Imago Editora. (primeiro capítulo) (BAIXAR)

GUATTARI, Félix; ROLNIK, Suely. “Amor, territórios de desejo e uma nova suavidade…” In: Microfísica: cartografias do desejo. Petrópolis: Vozes, 1996. pp. 281-290. (BAIXAR)

HAESBAERT, Rogério. Território e multiterritorialidade: um debate. GEOgraphia, IX (17): 19-45, 2007. (BAIXAR)

13ª aula (25/11): Néstor Perlongher e os territórios do desejo

PERLONGHER, Néstor. [1987] 2008. O negócio do michê: prostituição viril em São Paulo. São Paulo: Fundação Perseu Abramo. (BAIXAR)

MISKOLCI, Richard e PELÚCIO, Larissa. “Prefácio à nova edição”. In: PERLONGHER, Néstor. O negócio do michê: prostituição viril em São Paulo. São Paulo: Perseu Abramo, 2008. (*) (BAIXAR)

PERLONGHER, Néstor. Trottoir: A Territorialidade itinerante. Desvios, 5. São Paulo: Paz e Terra, 1986. (BAIXAR)

PERLONGHER, Néstor. “Territórios marginais”. In: Saúde Loucura 4: Grupos e Coletivos. São Paulo, Hucitec, 1993. (BAIXAR)

PERLONGHER, Néstor. Antropologia das Sociedades Complexas: identidade e territorialidade, ou como estava vestida Margaret Mead. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 8 (22). 1993. (BAIXAR)

FERNANDES, Luís; PINTO, Marta. “El espacio urbano como dispositivo de control social: territorios psicotrópicos y políticas de la ciudad”. In: ORIOL, Romaní Alfonso (ed.). Uso de drogas y drogodependencias. Fundación Medicina y Humanidades Médicas, 2004. (BAIXAR)

14ª aula (02/12): Cidade, Globalização e o Pós-colonial

BABHA, Homi K. “Como o novo entra no mundo: o espaço pós-moderno, os tempos pós-coloniais e as provações da tradução cultural”. In: O local da cultura. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2003. pp. 292-325. (BAIXAR)

CANCLINI, Néstor García. “Culturas híbridas, poderes oblíquos”. In: Culturas Híbridas – estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: EDUSP, 1997. pp. 283-350. (BAIXAR)

CASTELLS, Manoel. “O espaço dos fluxos”. In: A sociedade em rede.  São Paulo: Paz e Terra, 1999. pp. 467-521. (BAIXAR)

SANTOS, Milton. “O retorno do território”. In: SANTOS, M.; SOUZA, M. A.; SILVEIRA, M. L. (orgs.). Território: globalização e fragmentação. 4ª ed. São Paulo: Hucitec-Anpur, 1998. pp. 15-20. (*) (BAIXAR)

IANNI, Octavio. A cidade global. Cultura Vozes, 2: 25-39, 1994. (BAIXAR)

MASSEY, Doreen. “A global sense of place”; “A place called home”. In: Space, place and gender. Minneapolis: Minnesota University Press, 1994. pp. 146-173. (BAIXAR)

RIBEIRO, José Carlos; LIMA, Leonardo Branco. Mapas colaborativos digitais e (novas) representações sociais do território: uma relação possível. Ciberlegenda, 25: 38-47, 2001. (BAIXAR)

Filme: Sem fôlego, de Wayne Wang, EUA, 1995.

15ª aula (09/12): Aula de encerramento: revisão de conceitos, dúvidas para artigo final e avaliação da disciplina.

 

VIDEOGRAFIA

MEDIANERAS (ARG, 2011)


Martin (Javier Drolas) está sozinho, passa por um momento de depressão e não se conforma com a maneira com a cidade de Buenos Aires cresceu e foi construída. Web designer, meio neurótico, pouco sai e fica grande parte do tempo no computador. É através da internet que conhece Mariana (Pilar López de Ayala), sua vizinha também solitária e desiludida com a vida moderna numa grande cidade.

LADRÕES DE BICICLETA (ITA, 1949)

Logo depois da Segunda Guerra Mundial, a Itália está destruída e o povo passa necessidades básicas. Ricci consegue um emprego de colador de cartazes na rua, mas ele deveria ter uma bicicleta. Junto de sua mulher Maria, ele consegue dinheiro para comprar uma. Mas no primeiro dia de trabalho, ele tem a bicicleta roubada.

SÃO PAULO S.A. (BRA, 1965)


Filmado em 1965, São Paulo, Sociedade Anônima é considerado um dos grandes clássicos do cinema brasileiro. Com direção e roteiro de Luís Sérgio Person, o filme narra a dificuldade de Carlos (Walmor Chagas) em conciliar as pressões profissionais exercidas por seu chefe, Arturo (Otello Zeloni), as ambições de sua mulher Luciana (Eva Wilma) e a inconstância de sua amante Ana (Darlene Glória). O retrato do estilo de vida paulistano continua atual mesmo depois de quase 50 anos.

PRAÇA WALT DISNEY (BRA, 2011)

PRAÇA WALT DISNEY from Aroma Filmes on Vimeo.

BAILÃO (BRA, 2009)

Bailão from Marcelo Caetano on Vimeo.

TRAVILEIRINHO (BRA-SP, 2010)

Fragmentos da Cidade no Cinema

Quanto dura o amor? (Roberto Moreira, BRA, 2009)

QTODURA1

IMG 78 – A despedida e o fim do namoro: cenas de Quanto dura o amor?

QTODURA2

Paisagens da Paulista no filme Quanto Dura o Amor? (DIVULGAÇÃO)

O Signo da Cidade (dir.: Carlos Alberto Riccelli, BRA, 2007)

Onde Andará Dulce Veiga? (dir.: Guilherme de Almeida Prado, BRA/CHL, 2007)

Canevacci e a metrópole comunicacional

Entrevista com Mássimo Canevacci

Antropologia de Copacabana no Cinema

A Opinião Pública (1967), de Arnaldo Jabor

A Opinião Pública foi o primeiro filme de longa-metragem do diretor de cinema brasileiro Arnaldo Jabor. O documentário buscou retratar a classe média do brasileiro, seu fanatismo, sua vida, seu pensamento político, entre outros. Um ótimo resgate histórico que serve de reflexão para quem quer entender melhor o cenário político e social do Brasil.

Edifício Master (2002), de Eduardo Coutinho

Registro do cotidiano dos moradores do Edifício Master, em Copacabana, no Rio de Janeiro, um prédio de 12 andares e 276 apartamentos, onde moram cerca de 500 pessoas. No filme, 37 contam suas histórias de felicidade, tristeza, desilusão, esperança e amor.

 

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Antropologia e Cinema